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São Roque, SP, Brazil
Socióloga (Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais pela Unesp Araraquara e Mestre em Sociologia também pela Unesp Araraquara). Professora de Ensino Superior, Pré-Vestibular e Médio.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Cursinho Popular em São Roque

Etec e prefeitura criam cursinho pré-vestibular gratuito; inscrições serão abertas em agosto

Fonte: Jornal da Economia - 30/07/2010

A Prefeitura da Estância Turística de São Roque e a Escola Técnica do Centro Paula Souza em São Roque firmaram uma parceria para oferecer cursinho preparatório para vestibulares. Serão 80 vagas gratuitas para alunos egressos de escolas públicas da cidade e da região. As aulas acontecerão às quartas, quintas e sextas-feiras, das 13h às 18h20 e aos sábados, das 7h30 às 13h, nas dependências da Etec de São Roque.As inscrições para a prova que selecionará os estudantes que preenche rão as vagas disponíveis estarão abertas no período de 4 a 6 de agosto das 13 às 18 horas na própria Etec. A prova será aplicada no dia 14 de agosto às 8 horas.No ato da inscrição serão exigidos original e cópia dos seguintes documentos: RG; histórico escolar do ensino médio ou declaração escolar, para aqueles que estão cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio; histórico escolar do ensino fundamental e duas fotos 3x4.

Escola Técnica Paula Souza – São Roque Rua 22 de Abril, 35 – Jardim Renê
Telefone: (11) 4784-3220 / 4712-3858

terça-feira, 27 de julho de 2010

POLÍTICA


"A política é talvez a única profissão para a qual se pensa que não é preciso nenhuma preparação" (Robert Louis Stevenson)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Anima Mundi 2010

Ocorre, no final deste mês um dos melhores festivais de animação: o Anima Mundi. O Festival acontecerá em São Paulo no período de 28 de julho a 01 de agosto de 2010. As sessões acontecerão no memorial da América Latina e no Centro Cultural Banco do Brasil. Vale a pena conferir.
Site do evento:

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Serra ordena demissões na TV Cultura?

Dois renomados jornalistas da TV Cultura, tutelada pelo governo paulista, foram demitidos nos últimos dias: Heródoto Barbeiro e Gabriel Priolli. Por mera coincidência, ambos questionaram os abusivos pedágios cobrados nas rodovias privatizadas do estado. A mídia demotucana, que tanto bravateia sobre a “liberdade de expressão”, evita tratar do assunto, que relembra a perseguição e a censura nos piores tempos da ditadura. Ela não vacila em blindar o presidenciável José Serra. Heródoto Barbeiro, apresentador do programa Roda Viva, foi demitido após perguntar, ao vivo, sobre os altos pedágios. O ex-governador Serra, autoritário e despreparado, atacou o jornalista, acusando-o de repetir o “trololó petista”. Heródoto será substituído por Marília Gabriela, uma das estrelas da Rede Globo. Já Gabriel Priolli, que assumira a função de diretor de jornalismo da TV Cultura apenas uma semana antes, foi sumariamente dispensado ao pautar uma reportagem sobre o “delicado” assunto, que tanto incomoda e irrita os tucanos.


Segue link com trecho de entrevista de José Serra no Programa Roda Viva:


http://www.youtube.com/watch?v=ZK4s6KaUdzc&feature=player_embedded

terça-feira, 13 de julho de 2010

Para quem gosta de desenhos de animação...

Animação - Especial Estadão

O norte-americano William Hanna (14/7/1910-22/3/2001) foi um dos grandes animadores de todos os tempos e, em parceria com Joseph Barbera produziu mais de 2.000 personagens animados entre 1957 e 1991.

O site do Estadão veiculou em sua página um especial muito interessante sobre os cachorros clássicos dos desenhos: Scooby-Doo, Rabugento, Dino, entre outros. Para quem quiser matar as saudades destes desenhos, recomendo a página. Interativamente você descobre o ano de criação dos personagens e acompanha um resuminho do desenho. Sessão volta aos bons tempos...

http://www.estadao.com.br/especiais/100-anos-de-william-hanna,111298.htm

Ditadura e autoritarismo

Ao ler o artigo abaixo, lembrei-me de uma (das inúmeras...) referência sobre o tema: o filme "Julgamento de Nuremberg" (há uma edição antiga de 1961 e uma mais recente, de 2001). Apesar de tratar da temática do nazismo e do julgamento dos criminosos de guerra de Hitler, a discussão tem como respaldo o centro das crenças de Videla: um regime de cunho autoritário só se legitima quando os seus idealizadores e executores o têm como uma verdade absoluta e inquestionável (a seus olhos...)
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Depoimento de Videla é repudiado por críticos e vítimas da ditadura militar argentina

Por Daniella Cambaúva*

Vinte e sete anos após o fim da ditadura militar argentina (1966-1983), o ex-ditador Jorge Rafael Videla senta mais uma vez no banco dos réus. Acostumado a manter-se calado durante os julgamentos, ontem (5/7), numa atitude inédita, Videla assumiu e defendeu os crimes cometidos no período. O fato provocou revolta entre ex-presos políticos, familiares de desaparecidos e políticos argentinos.

“Ver Videla me causa uma rejeição visceral, pois ele é o símbolo da pior ditadura”, disse o deputado portenho, Aníbal Ibarra, ex-prefeito de Buenos Aires, que foi secretário do julgamento das Juntas Militares. Videla e outros 24 acusados respondem pelo fuzilamento em 1976 de 30 detidos em uma prisão da província de Córdoba.

Na sessão de ontem, Videla não negou as acusações imputadas. “Assumo minha responsabilidade na guerra interna, meus subordinados se limitaram a cumprir minhas ordens”, afirmou diante do tribunal de Córdoba.

Segundo a imprensa local, os outros réus pediram para deixar a sala durante o depoimento do ex-ditador, que se comportou de forma “fria, como se estivesse justificando os crimes cometidos”, detalhou em uma reportagem publicada no Clarín a jornalista Marta Platía.

Após a declaração de Videla, a presidente da Associação das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini, disse que “repudia a divulgação permanente das palavras do genocida”.

“Em vez de passar o que Videla disse, para que os jovens saibam o que aconteceu durante a ditadura, as Mães acreditam que é preciso mostrar o que ele fez”, afirmou, por meio de um comunicado. Segundo Hebe, as palavras de Videla são “repugnantes”, pois o ex-ditador quer justificar a tortura, os fuzilamentos, sequestros e destruição de famílias.

Desde sexta-feira (2/7), o ex-ditador, 84 anos, está sendo julgado por crimes de violação de direitos humanos, como assassinato, tortura, sequestro e prisão arbitrária. Essa foi a primeira vez que o ex-ditador deu uma declaração pública após a redemocratização, segundo o promotor Julio César Strassera, que acompanha o julgamento de ex-repressores. Na avaliação do promotor Carlos Gonella, no depoimento de Videla está “evidente a cumplicidade com o terrorismo de Estado”.

“Estamos diante de um julgamento paradigmático do que foi o terrorismo de Estado e o que é importante é que vai ficar em evidência o consentimento que houve entre setores da sociedade civil que atuaram junto com aquele governo”, afirmou Gonella, citado pelo Diário de Julgamento, criado pela associação Hijos da filial de Córdoba para reunir e divulgar o material do processo.

Ficha: Videla encabeçou o golpe de estado de 24 de março de 1976 que substituiu a então presidente Isabelita Perón por uma junta militar, formada por ele, representando o Exército, o almirante Emilio Eduardo Massera da Marinha e o brigadeiro general Orlando Ramón Agosti pela Força Aérea, dando início ao “Processo de Reorganização Nacional”.

Hoje, devem ser ouvidos os outros 24 réus. Depois, serão apresentadas provas e documentos, além de testemunhos de ex-presos e familiares. Segundo o Ministério Público da Argentina, desde 2003, 625 pessoas foram processadas por violações de direitos humanos cometidas na ditaduras. Destas, 53 foram condenadas.
O ex-ditador, que também enfrenta acusações na Itália, na Espanha, na França e na Alemanha pelas mortes de civis na Argentina, chegou a ficar em cadeias militares e em prisão domiciliar, mas agora está em uma cela comum. Com o ex-ditador já condenado à prisão perpétua, o julgamento que começa nesta sexta não pode elevar seu tempo na cadeia, mas as famílias das vítimas consideram que uma possível condenação pode ajudar a superar as mortes.

*Matéria originalmente no Opera Mundi
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Férias no Butantan

Agência FAPESP – O Instituto Butantan (IB), em São Paulo, está apresentando durante o mês de julho as exposições Grandes epidemias e O vírus H1N1 na mira da ciência. De caráter temporário, essas instalações se somam aos programas de visitação do instituto que englobam os Museus Biológico, de Microbiologia e Histórico.

A programação é voltada às férias escolares e envolve a abertura do Laboratório do Museu de Microbiologia ao público até o dia 30 de julho e a atividade Mão na cobra só no Butantan, oferecida em frente ao serpentário do IB na qual os visitantes são convidados a manipular espécies não venenosas de serpentes.

“O objetivo é desmistificar a relação de medo com o animal. A serpente é talvez o bicho que mais causa aversão às pessoas”, disse o pesquisador do Butantan, Otávio Marques, que espera incentivar a preservação desses animais por meio da diminuição da aversão.

A entrada para os três museus é única e custa R$ 6. Estudantes com identificação pagam R$ 2,50. Crianças até sete anos, pessoas acima de 60 anos e portadores de necessidades especiais têm entrada franca.

A programação vai de terça a domingo, das 9h às 16h30, e a bilheteria do IB funciona das 8h45 às 16h15. A atividade Mão na cobra só no Butantan ocorre somente às quintas-feiras das 14h30 às 15h30 e é gratuita.

O Butantan fica na Avenida Vital Brasil 1.500, no bairro do Butantã, Zona Oeste da capital paulista.

Mais informações pelo telefone (11) 3726-7222 ramais: 2063 / 2264.
Disponível em Boletim da Agência Fapesp.